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Dra. Lucia Oliveira é destaque internacional ao discutir os avanços atuais da proctologia

Participação no Congresso Mundial em Tânger e entrevista exclusiva à imprensa marroquina reforçam a liderança da especialista brasileira na medicina global

A coloproctologista Dra. Lucia Oliveira, referência no Brasil em saúde intestinal e disfunções do assoalho pélvico, segue ganhando projeção internacional. Após destaque no portal Sante21.ma, a médica foi entrevistada por outro importante veículo do Marrocos, o Anfaspress, onde falou sobre os principais avanços da proctologia moderna, em especial os que serão apresentados por ela no Congresso Mundial de Proctologia, a ser realizado em Tânger, nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2025.

Com sólida formação em cirurgia geral, especialização em cirurgia colorretal, doutorado pela Universidade de São Paulo e estágio internacional na Cleveland Clinic Florida, Dra. Lucia abordou temas de alto impacto clínico durante a entrevista, como:

Dra. Lucia Oliveira é destaque internacional ao discutir os avanços atuais da proctologia

Doenças mais comuns em proctologia

Segundo a especialista, as patologias mais frequentes são:

  • Câncer colorretal
  • Hemorroidas
  • Fissuras anais
  • Fístulas
  • Incontinência fecal
  • Constipação intestinal
  • Disfunções do assoalho pélvico

Essas doenças exigem diagnósticos precisos, sensibilidade clínica e tratamentos cada vez menos invasivos e mais personalizados.

Novidades terapêuticas em 2025

Dra. Lucia destacou que os últimos anos trouxeram inovações que transformaram o cuidado proctológico. Entre elas:

  • Cirurgia robótica
  • Terapia com neuromodulação sacral
  • Tratamento com telas para prolapso retal
  • Uso de células-tronco para fístulas e incontinência

Essas técnicas têm contribuído significativamente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, reduzindo o tempo de recuperação e ampliando o sucesso clínico.

O que é a neuromodulação sacral?

Uma das técnicas mais promissoras citadas por Dra. Lucia é a neuromodulação sacral, procedimento minimamente invasivo que envolve a implantação de um eletrodo e um neuroestimulador no nervo sacral.

“É uma abordagem segura, reversível e hoje é considerada o tratamento de primeira linha para casos de incontinência fecal e bexiga hiperativa”, explica a médica.

Contribuição no Congresso Mundial de Proctologia

Dra. Lucia Oliveira será palestrante em diversas sessões científicas em Tânger, incluindo:

  • Painel sobre prolapso retal
  • Painel sobre neuralgia do nervo pudendo
  • Simpósio satélite sobre ultrassom endoanal e neuromodulação sacral

Essa participação reforça a liderança da médica brasileira em temas de alta complexidade e seu compromisso com a educação médica internacional.

“A proctologia não é mais um tabu. É uma especialidade moderna, humana e essencial para a qualidade de vida das pessoas”, concluiu Dra. Lucia.

📌 Saiba mais sobre sua trajetória e abordagens inovadoras nos outros artigos do blog.

 

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Saiba a Diferença entre Colostomia e Ileostomia

Saiba a Diferença entre Colostomia e Ileostomia

O que são colostomia e ileostomia?

Quando o trânsito intestinal precisa ser interrompido devido a doenças ou condições específicas, como câncer, obstruções ou inflamações severas, uma solução eficaz pode ser a criação de um estoma. Um estoma é uma abertura cirúrgica criada na parede abdominal para desviar o trajeto natural das fezes, permitindo sua eliminação por meio de uma bolsa coletora.

De acordo com a Dra. Lucia de Oliveira, coloproctologista, Doutora pela USP e Fellow da Cleveland Clinic Florida, “o estoma pode ser feito com o intestino grosso, chamado de colostomia, ou com o intestino delgado, conhecido como ileostomia”. Embora esses dois procedimentos tenham finalidades semelhantes, eles diferem em vários aspectos, incluindo o segmento intestinal utilizado, a consistência das fezes eliminadas e o manejo do estoma.

Este artigo esclarece as principais diferenças entre colostomia e ileostomia, respondendo às dúvidas mais comuns e explicando como cada procedimento impacta a vida do paciente.

 

Principais necessidades dos pacientes com estomas

Ao enfrentar a possibilidade de uma colostomia ou ileostomia, os pacientes e seus familiares têm muitas dúvidas e preocupações. Entre as principais necessidades estão:

  1. Entender a diferença entre os procedimentos
    Pacientes muitas vezes não sabem qual procedimento será necessário ou qual será o impacto de cada um em suas vidas.
  2. Compreender os motivos que levam à realização do estoma
    Saber por que o estoma é necessário ajuda o paciente a aceitar melhor o procedimento e a se preparar emocionalmente.
  3. Aprender sobre o manejo do estoma e da bolsa coletora
    A adaptação à rotina com um estoma envolve aprendizado, como o cuidado com a pele ao redor da abertura e a escolha do material adequado.
  4. Saber como será a qualidade de vida após a cirurgia
    Muitos pacientes se preocupam com questões práticas, como alimentação, atividades físicas e aspectos emocionais.

 

Diferença entre colostomia e ileostomia

Embora ambos os procedimentos envolvam a criação de um estoma, colostomia e ileostomia diferem em aspectos fundamentais. Abaixo, detalhamos as principais diferenças entre os dois:

  1. Segmento intestinal utilizado
    • Colostomia: Utiliza uma porção do intestino grosso (cólon).
    • Ileostomia: Utiliza o intestino delgado (íleo).
  2. Consistência das fezes
    • Colostomia: As fezes tendem a ser mais consistentes, especialmente se o estoma estiver localizado no cólon descendente ou sigmoide.
    • Ileostomia: As fezes são mais líquidas, pois o íleo absorve menos água e nutrientes do que o cólon.
  3. Localização do estoma no abdômen
    • Colostomia: Geralmente está localizada no lado esquerdo do abdome.
    • Ileostomia: Geralmente é posicionada no lado direito do abdome.
  4. Tipo de bolsa coletora e cuidados
    • Colostomia: O manejo da bolsa é menos frequente, já que a eliminação das fezes ocorre em intervalos regulares.
    • Ileostomia: Requer troca mais frequente da bolsa, devido à eliminação constante de fezes líquidas.
  5. Riscos associados
    • Colostomia: Menor risco de desidratação, já que a maior parte da água é absorvida pelo intestino grosso.
    • Ileostomia: Maior risco de desidratação e desequilíbrios eletrolíticos, devido à perda de líquidos e sais minerais.

 

Quando cada procedimento é indicado?

As indicações para colostomia e ileostomia variam de acordo com a condição médica do paciente. A seguir, listamos algumas das principais situações que levam à necessidade de cada procedimento:

  1. Colostomia
    • Câncer colorretal localizado no reto ou no cólon.
    • Perfurações no cólon causadas por trauma ou diverticulite.
    • Obstruções intestinais localizadas no intestino grosso.
    • Casos de infecções graves, como peritonite, que necessitam de desvio temporário do trânsito intestinal.
  2. Ileostomia
    • Doenças inflamatórias intestinais, como Doença de Crohn ou retocolite ulcerativa grave.
    • Câncer no cólon proximal ou no intestino delgado.
    • Remoção total do cólon (colectomia total).
    • Síndrome do intestino curto, em que o cólon não está funcional.

 

Como é feita a adaptação à colostomia ou ileostomia?

Adaptar-se a um estoma é um processo que requer paciência, aprendizado e apoio profissional. Abaixo, destacamos algumas práticas importantes para facilitar esse período de adaptação:

  1. Educação e suporte especializado
    • Converse com seu médico e enfermeiro estomaterapeuta sobre o manejo do estoma.
    • Participe de grupos de apoio para compartilhar experiências e dicas com outros pacientes.
  2. Cuidados com a pele ao redor do estoma
    • Mantenha a pele limpa e seca para evitar irritações.
    • Utilize produtos específicos recomendados pelo estomaterapeuta.
  3. Escolha da bolsa coletora
    • A escolha da bolsa depende do tipo de estoma e da consistência das fezes.
    • Existem opções descartáveis e reutilizáveis, além de modelos com diferentes tamanhos.
  4. Adaptação alimentar
    • Após a cirurgia, siga uma dieta leve e vá introduzindo alimentos gradualmente.
    • Em casos de ileostomia, beba bastante água para evitar desidratação.
  5. Vida ativa e emocional
    • Continue realizando atividades físicas, com adaptações necessárias.
    • Procure apoio psicológico, se necessário, para lidar com mudanças emocionais.

 

Benefícios de uma colostomia ou ileostomia bem manejada

Apesar do impacto inicial, colostomias e ileostomias podem melhorar significativamente a qualidade de vida de pacientes que enfrentam condições graves. Entre os benefícios estão:

  1. Alívio de sintomas incapacitantes, como dor, inchaço e obstruções.
  2. Redução do risco de infecções e complicações graves.
  3. Melhora na qualidade de vida ao permitir que o paciente retome suas atividades diárias.
  4. Opção de reversão, em alguns casos, dependendo da condição que levou à criação do estoma.

 

Procure Orientação de um Especialista

Se você ou alguém que você conhece está enfrentando a possibilidade de uma colostomia ou ileostomia, é essencial buscar a orientação de um coloproctologista experiente. Como ressalta a Dra. Lucia de Oliveira, “o sucesso de um estoma depende de um planejamento cuidadoso, manejo correto e acompanhamento constante”.

Converse com um especialista para entender qual procedimento é mais adequado ao seu caso e como garantir uma adaptação tranquila. Com o apoio certo, é possível levar uma vida plena e ativa mesmo com um estoma.

Considerações Finais

Colostomia e ileostomia são procedimentos que podem parecer desafiadores no início, mas oferecem soluções eficazes para diversas condições intestinais graves. Ao entender as diferenças entre os dois procedimentos, as indicações e os cuidados necessários, o paciente pode enfrentar esse processo com mais confiança e tranquilidade. Se você tem dúvidas, agende uma consulta com um coloproctologista e comece a cuidar da sua saúde de forma proativa.