Março Azul 2026: Conscientização e Prevenção Contra o Câncer de Intestino

Por: Coloproctologia – Dra. Lucia de Oliveira

O câncer de intestino cresce em silêncio. A informação certa, no momento certo, pode salvar vidas.
O Março Azul é a campanha nacional dedicada à conscientização e prevenção do câncer colorretal, promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP),Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Em 2026, o alerta é direto: diagnóstico precoce muda histórias.

Segundo dados mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer colorretal permanece entre os mais incidentes no Brasil, com estimativas próximas de 45 mil novos casos por ano, ocupando as primeiras posições entre os tumores que mais matam quando diagnosticados tardiamente.

“Chegou a hora de salvar a sua vida. Previna-se contra o câncer de intestino.”

 

O que é o câncer de intestino e por que ele é tão perigoso?

O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal, afeta o cólon e o reto e pode evoluir de forma silenciosa por anos.
Na maioria dos casos, surge a partir de pólipos intestinais, lesões inicialmente benignas que podem se transformar em câncer se não forem identificadas e removidas precocemente.

O perigo está justamente no silêncio da doença: quando os sintomas aparecem, o tumor pode já estar em estágio avançado.

 

Quais são os principais fatores de risco?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver a doença, alguns fatores aumentam significativamente o risco.

Fatores de risco evitáveis

  • Dieta pobre em fibras e rica em carnes processadas e ultraprocessados 
  • Sedentarismo 
  • Obesidade 
  • Tabagismo 
  • Consumo excessivo de álcool 

Fatores de risco não modificáveis

  • Idade a partir dos 45 anos 
  • Histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos 
  • Doenças inflamatórias intestinais (Crohn e retocolite ulcerativa) 
  • Síndromes genéticas, como Síndrome de Lynch e PAF 

Quanto maior a soma desses fatores, maior a importância do rastreamento regular.

 

Quais sintomas merecem atenção imediata?

O câncer de intestino pode não causar sintomas no início. Quando aparecem, nunca devem ser ignorados:

  • Sangue nas fezes 
  • Alteração persistente do hábito intestinal 
  • Dor abdominal contínua ou distensão 
  • Sensação de evacuação incompleta 
  • Perda de peso sem explicação 
  • Cansaço excessivo e anemia 

⚠️ Sintomas não significam câncer, mas são um aviso claro de que algo precisa ser investigado.

 

Como prevenir o câncer de intestino?

A prevenção se baseia em dois pilares fundamentais.

Mudanças no estilo de vida

  • Alimentação rica em fibras, frutas, legumes e grãos integrais 
  • Atividade física regular 
  • Manutenção do peso adequado
  • Não fumar 
  • Evitar álcool em excesso 

Rastreamento preventivo

  • Ir ao especialista a partir dos 45 anos para iniciar o rastreamento 
  • Início mais precoce do rastreamento em quem tem histórico familiar 
  • Testes de sangue oculto ou imunoquímicos nas fezes como triagem complementar 

📌 Quando identificado precocemente, o câncer colorretal pode ter taxas de cura superiores a 90%.

 

Quais exames são essenciais para o diagnóstico precoce?

Exame Para que serve
Colonoscopia Detecta e remove pólipos antes que virem câncer
Retossigmoidoscopia  Identifica tumores de reto e cólon esquerdo
Testes de DNA fecal Detectam alterações genéticas associadas ao tumor

A colonoscopia segue sendo o padrão-ouro na prevenção.

 

Como participar do Março Azul 2026?

  • Compartilhe informações confiáveis 
  • Incentive familiares e amigos a realizarem exames 
  • Adote hábitos saudáveis 
  • Procure avaliação especializada se tiver fatores de risco 

👉 Prevenir não é exagero. É cuidado com a própria vida.

 

“O câncer de intestino não avisa quando começa — mas dá todas as chances de cura quando é buscado cedo.”

Se você tem mais de 45 anos ou apresenta fatores de risco, investigar não é medo: é responsabilidade com a sua saúde e com quem depende de você.

 

Perguntas Frequentes (FAQ)

  1. A partir de que idade devo fazer colonoscopia?
    A partir dos 45 anos, você deve procurar o especialista para iniciar o rastreamento. Seu médico indicará os exames necessários de acordo com sua historia
  2. Quem não tem sintomas precisa investigar?
    Sim. O rastreamento é feito justamente antes dos sintomas.
  3. Sangue nas fezes é sempre câncer?
    Não, mas sempre precisa ser avaliado.
  4. Colonoscopia dói?
    Não. O exame é feito com sedação.
  5. Pólipo sempre vira câncer?
    Não, mas alguns podem evoluir se não forem removidos.
  6. Dieta realmente previne?
    Sim. Alimentação rica em fibras reduz o risco.
  7. Câncer de intestino tem cura?
    Sim, especialmente quando diagnosticado precocemente.
  8. Histórico familiar muda o rastreamento?
    Sim. Exames começam mais cedo e com maior frequência.

Dra. Lucia de OliveiraDra. Lucia de Oliveira – Proctologista Ipanema

Sobre a Dra. Lucia de Oliveira

Dra. Lucia Camara de Castro Oliveira é coloproctologista, Doutora em Cirurgia do Aparelho Digestivo pela USP e pós-graduada pela Cleveland Clinic Florida. É especialista reconhecida nacional e internacionalmente, diretora de serviços de referência, membro de importantes sociedades médicas e Honorary Fellow da Sociedade Americana de Cirurgiões  Colorretais(ASCRS). Foi eleita Presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) para 2030–2031.

Cardápio rico em fibras: cuide da saúde do seu intestino

Cardápio rico em fibras: cuide da saúde do seu intestino

A saúde intestinal depende de escolhas diárias que podem transformar sua qualidade de vida. Uma alimentação rica em fibras e antioxidantes melhora o funcionamento do intestino, previne doenças e aumenta a disposição.

Segundo a coloproctologista Dra. Lucia de Oliveira, “o intestino é considerado o nosso segundo cérebro, e quando cuidamos dele, estamos fortalecendo todo o organismo”.

Por que as fibras são tão importantes?

As fibras alimentares estão presentes em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e sementes. Elas ajudam a:

  • Regular o trânsito intestinal;
  • Melhorar a flora intestinal (microbiota);
  • Prevenir constipação;
  • Contribuir para a absorção equilibrada de nutrientes;
  • Reduzir o risco de doenças como câncer colorretal e diverticulite.

A Dra. Lucia destaca: “Muitas pessoas não percebem, mas a baixa ingestão de fibras está diretamente ligada a problemas comuns como constipação, distensão abdominal e até fissuras anais.”

O papel dos antioxidantes

Além das fibras, os antioxidantes presentes em frutas coloridas, legumes e oleaginosas combatem os radicais livres e protegem as células contra inflamações. Isso gera benefícios não apenas para o intestino, mas também para a saúde cardiovascular, metabolismo e iimunidade.

Sugestão de cardápio semanal rico em fibras

Com base no carrossel que preparamos, aqui está um resumo do cardápio saudável para a semana:

  • Segunda-feira: pão integral com abacate, feijão preto, frango grelhado, brócolis, maçã com casca e sopa de legumes.
  • Terça-feira: vitamina de banana com aveia e psyllium, quinoa, lentilha, peixe grelhado, pera com casca e omelete de espinafre.
  • Quarta-feira: tapioca integral com queijo branco, arroz integral com grão-de-bico e carne magra, ameixa fresca, e caldo de feijão com abóbora.
  • Quinta-feira: aveia,  cuscuz integral com frango, feijão verde, mamão com linhaça, banana com pasta de amendoim e sopa de lentilha.
  • Sexta-feira: pão integral com queijo e tomate, mix de frutas vermelhas, peixe ao forno com arroz integral, iogurte com chia e omelete de legumes.
  • Sábado: smoothie de abacaxi com gengibre, quinoa com frango grelhado, uvas com casca, maçã com aveia e creme de mandioquinha com couve.
  • Domingo: panqueca integral de aveia com banana, arroz integral com feijão preto e salmão, castanhas-do-pará com ameixa seca e sopa leve de legumes com quinoa.

Dicas práticas para incluir fibras no dia a dia

  • Prefira frutas com casca sempre que possível;
  • Troque pães e massas refinadas por versões integrais;
  • Se não sofrer com flatulência, poderá utilizar sementes como chia, linhaça e psyllium;
  • Varie saladas coloridas em todas as refeições;
  • Inclua leguminosas (feijão, grão-de-bico, lentilha) na rotina semanal.

 

Agende sua colonoscopia e cuide da sua saúde intestinal

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A Dra. Lucia reforça: “Uma alimentação equilibrada é a primeira forma de prevenção. Cuidar do intestino significa cuidar da sua saúde como um todo.”

Seguir um cardápio rico em fibras e antioxidantes é uma estratégia simples, acessível e altamente eficaz para manter o intestino saudável e prevenir doenças. Com pequenas adaptações diárias, é possível transformar a saúde de dentro para fora.

XIV Curso Teórico-Prático de Manometria Anorretal de Alta Resolução e Convencional – Hands On

Com coordenação da Dra. Lucia Camara Castro Oliveira

Estão abertas as inscrições para o XIV Curso Teórico-Prático de Manometria Anorretal de Alta Resolução e Convencional – Hands On, um dos cursos mais completos e respeitados da área de coloproctologia e fisiologia anorretal no Brasil. O evento é coordenado pela renomada Dra. Lucia Camara Castro Oliveira, referência internacional na área, com extensa experiência em ensino, pesquisa e prática clínica.

Datas do Curso

  • 23 e 24 de setembro de 2025: Aulas Teóricas (ao vivo, online via Zoom)

  • 26 de setembro de 2025: Aula Prática Presencial (Ipanema – RJ)

Objetivo do Curso

Aprimorar o conhecimento teórico e prático dos profissionais da saúde para a correta realização, interpretação e aplicação clínica da manometria anorretal, tanto em equipamentos convencionais quanto de alta resolução. O curso prepara o aluno para compreender profundamente os fundamentos anatômicos e fisiológicos do assoalho pélvico, além de fornecer capacitação prática para execução e laudo do exame.

Por que a Manometria Hands On é essencial?

A manometria anorretal é um exame fundamental na avaliação de distúrbios funcionais do assoalho pélvico, como incontinência anal e constipação intestinal com distúrbio d defecação. A abordagem Hands On, com prática direta em pacientes e supervisão especializada, permite que os profissionais adquiram segurança, habilidade técnica e familiaridade com os parâmetros que influenciam diretamente as condutas clínicas. Esse diferencial torna o curso único, pois alia teoria atualizada à vivência prática, com impacto real na qualidade da assistência prestada.

Conteúdo Programático

Aulas Teóricas (Online)

  • Anatomia e Fisiologia Anorretal

  • Fundamentos da Manometria Anorretal

  • Equipamentos e Técnicas: Alta Resolução e Convencional

  • Indicações clínicas da manometria

  • Aplicação da manometria na constipação intestinal e incontinência anal

  • Parâmetros volumétricos e particularidades do exame

  • Uso da manometria no biofeedback

Aula Presencial (Ipanema – RJ)

  • Demonstração prática de exames

  • Como realizar e laudar corretamente

  • Discussão interativa de casos clínicos

  • Hands-on com 4 exames realizados ao vivo

Público-Alvo

Coloproctologistas, gastroenterologistas, ginecologistas, clínicos gerais e cirurgiões que desejam aprofundar seus conhecimentos na área funcional do assoalho pélvico.

Local da Aula Presencial

Ipanema, Rio de Janeiro – RJ
(Endereço será informado após a confirmação da inscrição)

Inscrições Abertas

Garanta sua vaga e participe deste curso que já formou centenas de especialistas em todo o Brasil. As vagas são limitadas para garantir a qualidade do treinamento prático.

Para mais informações e inscrições, acesse: proctologiaclinica.com.br

 

Manometria Anorretal: exame chave para avaliação da função anorretal

Manometria Anorretal: Exame Essencial para Diagnóstico doa Distúrbios Anorretais 

A manometria anorretal é um exame que avalia diretamente a função do esfíncter anal, do reto e da musculatura do assoalho pélvico. É indicada para pacientes com incontinência fecal, constipação intestinal, dor anorretal, suspeita de anismo, megacólon, entre outras alterações. O exame é simples, rápido, seguro e oferece informações fundamentais para um diagnóstico preciso e uma conduta terapêutica adequada.

Como funciona a manometria anorretal

Durante o exame, um pequeno cateter é inserido no canal anal. Esse cateter possui sensores capazes de registrar a pressão dos músculos que compõem o esfíncter anal. A técnica pode ser feita com sistemas de perfusão ou com manometria de alta resolução, que fornece imagens coloridas em tempo real com maior detalhamento dos dados. O procedimento não requer sedação e é realizado em poucos minutos. O paciente pode retornar às suas atividades logo após a avaliação. Não há necessidade de preparo intestinal extenso, sendo recomendado apenas esvaziar o reto antes do exame.

Quando a manometria é indicada

A manometria anorretal deve ser indicada nos seguintes casos:

  • Incontinência anal

  • Constipação intestinal com evacuação difícil ou obstruída

  • Dor anal crônica

  • Investigação de megacólon ou megarreto

  • Pré-operatório de cirurgias anorretais

  • Avaliação após cirurgias retais

  • Distúrbios neurológicos que afetam o controle esfincteriano
  • Em crianças com suspeita de megacolon congênito ou encoprese 

Manometria anorretal de alta resolução

A tecnologia de alta resolução representa um avanço significativo no diagnóstico funcional do assoalho pélvico. Com sensores distribuídos ao longo de todo o canal anal , o exame oferece uma leitura contínua das pressões ao longo do reto e esfíncter anal, permitindo uma visualização clara de anormalidades como anismo, hipertonia esfincteriana, ausência de reflexos, entre outras alterações. Além disso, a manometria de alta resolução pode guiar o encaminhamento para tratamentos como o biofeedback e outras terapias, como a neuromodulação sacral.

Benefícios da manometria anorretal

A manometria anorretal proporciona diagnóstico preciso e objetivo. Auxilia na escolha do tratamento mais adequado, permite o monitoramento da resposta terapêutica, é essencial na avaliação funcional pré e pós-operatória e orienta a indicação de fisioterapia pélvica ou cirurgia.

Biofeedback guiado por manometria

A manometria também pode ser utilizada como ferramenta terapêutica. No tratamento da constipação por disfunção do assoalho pélvico (anismo) e da incontinência anal, o biofeedback orientado pela manometria permite que o paciente visualize em tempo real os movimentos musculares, ajudando na reeducação do padrão evacuatório e no fortalecimento da musculatura anal.

Como é o laudo da manometria

O laudo apresenta medidas detalhadas, como:

  • Pressão de repouso do esfíncter interno

  • Pressão de contração voluntária do esfíncter externo

  • Tempo de latência do reflexo inibitório retoanal
  • Assimetria esfincteriana

  • Complacência e sensibilidade retal

  • Coordenação durante o esforço evacuatório

  • Resposta ao balonete retal

Esses dados permitem identificar padrões normais ou alterados de motilidade e controle esfincteriano, sendo fundamentais para condutas terapêuticas individualizadas.

Exame complementar a outros métodos

A manometria costuma ser solicitada em conjunto com outros exames, como o tempo de trânsito colônico, a defecografia por ressonância magnética, a ecodinamometria ou ecodefecografia, e a ultrassonografia endoanal 3D. A combinação desses métodos permite uma avaliação funcional e anatômica completa do reto e do canal anal.

A manometria anorretal é indispensável para o diagnóstico de alterações da função intestinal e do assoalho pélvico. 

Com alta precisão e rápida execução, esse exame contribui diretamente para a definição do melhor tratamento, seja clínico, fisioterapêutico ou cirúrgico. A versão de alta resolução é hoje o padrão-ouro e deve ser preferida sempre que possível. Para pacientes com constipação ou incontinência, a manometria é muitas vezes o ponto de virada no diagnóstico e na qualidade de vida. Realizar o exame com um especialista experiente é essencial para a interpretação correta dos dados e para o sucesso do tratamento.

Manometria Anorretal: Exame-chave para o diagnóstico intestinal

Foto: Arquivo Pessoal

“A manometria anorretal é mais do que um exame funcional — ela é uma ferramenta essencial para entender os mecanismos por trás da constipação, da incontinência e de outras disfunções do assoalho pélvico. Com ela, conseguimos direcionar o tratamento com precisão e melhorar significativamente a qualidade de vida dos nossos pacientes.”
Dra. Lucia Camara Castro Oliveira

Quem é Dra. Lucia

A Dra. Lucia Camara Castro Oliveira é doutora em Cirurgia do Aparelho Digestivo pela Universidade de São Paulo (USP) e possui pós-graduação em cirurgia colorretal pela Cleveland Clinic Florida, nos Estados Unidos. É Membro Titular e Especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões e em Cirurgia Colorretal pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), da qual foi eleita Presidente para o biênio 2030–2031. Diretora do Serviço de Fisiologia Anorretal do Rio de Janeiro e da Clínica de Coloproctologia Dra. Lucia de Oliveira e CEPEMED, é referência nacional e internacional em distúrbios do assoalho pélvico, manometria anorretal e exames funcionais colorretais. Atua também como coordenadora de cursos teórico-práticos na área e participa ativamente das principais sociedades médicas de sua especialidade.

 

 

Como se Preparar para a Colonoscopia

Como se Preparar para a Colonoscopia

O primeiro passo para cuidar do seu intestino com segurança e eficácia

A colonoscopia é um exame fundamental para a prevenção e diagnóstico precoce de doenças intestinais, especialmente do câncer colorretal, que é um dos tipos mais comuns entre homens e mulheres no Brasil. Apesar de sua relevância, muitos pacientes adiam ou evitam o exame por receio do preparo intestinal, que é frequentemente visto como desconfortável e difícil de realizar.

Contudo, com os avanços na medicina e a orientação adequada, esse processo se tornou muito mais tolerável. Preparar-se corretamente para a colonoscopia é essencial para garantir um exame de qualidade, que realmente permita ao médico visualizar todas as paredes do cólon e identificar possíveis alterações.

“Hoje temos opções de preparo muito mais confortáveis para o paciente, com soluções modernas, fáceis de usar em casa e com menos efeitos colaterais. A chave está em seguir as orientações com atenção e comprometimento”, explica a Dra. Lucia de Oliveira, coloproctologista, doutora pela USP, fellow da Cleveland Clinic Florida e especialista em disfunções do assoalho pélvico.

 

As principais dúvidas e necessidades dos pacientes

Antes mesmo de agendar o exame, é comum que os pacientes relatem preocupações semelhantes:

  • “O preparo dói ou causa náuseas?”
  • “Preciso parar de comer completamente?”
  • “Vou passar o dia no banheiro?”
  • “E se eu não conseguir fazer o preparo direito?”
  • “Posso trabalhar no dia anterior?”

Essas questões revelam uma ansiedade natural frente ao desconhecido, e mostram o quanto é essencial uma comunicação clara e acolhedora entre o médico e o paciente.

A verdade é que sem um preparo intestinal eficaz, a colonoscopia perde grande parte de sua utilidade diagnóstica. A presença de resíduos fecais atrapalha a visualização e pode mascarar lesões importantes, como pólipos ou áreas inflamadas.

“Somente com a preparação adequada conseguimos examinar com segurança todas as paredes do intestino grosso. O preparo é a etapa mais importante da colonoscopia — sem ele, não temos como garantir um exame preciso para a prevenção do câncer”, enfatiza Dra. Lucia.

O que é o preparo para a colonoscopia?

O preparo intestinal consiste basicamente em esvaziar completamente o intestino grosso (cólon) para que o exame possa ser realizado com clareza. Isso é feito através de mudanças na dieta e ingestão de soluções laxativas específicas, geralmente iniciadas dois dias antes do exame.

Existem diversas substâncias e protocolos possíveis, sendo que o tipo de preparo é sempre definido pelo coloproctologista de acordo com o perfil do paciente, seu histórico clínico e a tolerância individual.

 

Passo a passo para um preparo eficaz

Abaixo, listamos as etapas fundamentais que você deve seguir para se preparar de forma tranquila e eficaz para a sua colonoscopia:

1. Antecipe-se: comece a preparação dois dias antes

A preparação não começa na véspera, mas dois dias antes, com a adoção de uma dieta pobre em fibras. Isso inclui:

  • Evitar frutas com casca e sementes;
  • Suspender vegetais crus e alimentos integrais;
  • Reduzir o consumo de fibras e grãos.

Dê preferência a alimentos de fácil digestão, como arroz branco, frango desfiado, ovos cozidos e pães brancos.

2. Véspera do exame: foco em líquidos claros

No dia anterior à colonoscopia, a recomendação é interromper a ingestão de alimentos sólidos e passar a consumir somente líquidos claros, como:

  • Água;
  • Água de coco;
  • Caldos coados (sem gordura nem resíduos);
  • Chá claro (sem leite);
  • Gelatina sem corante vermelho ou roxo;
  • Sucos sem polpa (ex: maçã coada).

Evite líquidos escuros ou com corantes fortes, pois eles podem atrapalhar a visualização durante o exame.

3. Ingestão da solução de preparo

Conforme a orientação médica, você deve iniciar o uso do laxativo prescrito em horários específicos, geralmente na tarde/noite anterior ao exame. É fundamental seguir a dose exata e o tempo indicado.

“Uma dica importante é não ficar deitado após beber a solução. Caminhar, mesmo que dentro de casa, ajuda a estimular o intestino e facilita a evacuação”, recomenda Dra. Lúcia.

4. No dia do exame antes da anestesia: jejum absoluto

Nas horas que antecedem a colonoscopia, você deve manter jejum total, inclusive de água, conforme orientação da equipe médica. O jejum para líquidos deve ser entre  2-3 horas, dependendo do tipo de sedação que será utilizada.

 

Dicas práticas para tornar o preparo mais tranquilo

  • Use roupas confortáveis e fique em casa no dia do preparo, pois as evacuações podem ser frequentes;
  • Tenha um banheiro acessível;
  • Aplique pomadas hidratantes ou vaselina na região anal para evitar irritação causada pelas evacuações repetidas;
  • Mantenha-se hidratado com líquidos claros ao longo do dia;
  • Informe seu médico se estiver usando medicamentos anticoagulantes, para diabete ou pressão alta. Medicações injetáveis para emagrecimento devem ser interrompidas 21 dias antes da colonoscopia

 

A importância da colonoscopia para a sua saúde

Além de detectar inflamações, divertículos e sangramentos, a colonoscopia é o principal exame de rastreio e prevenção do câncer de cólon e reto. A maioria dos casos dessa doença se inicia com pólipos, que são pequenas lesões benignas que podem ser identificadas e removidas durante o exame.

“É por isso que sempre digo aos meus pacientes: a colonoscopia salva vidas. E tudo começa com um bom preparo. Quando seguimos o protocolo certo, conseguimos prevenir doenças antes que se tornem graves”, destaca a Dra. Lucia  de Oliveira.

A recomendação é que adultos a partir de 45 anos iniciem a prevenção indo ao especialista. Na dependência da história e sintomas do paciente , ou, se houver histórico familiar de câncer colorretal ou sintomas como sangramento,dor ou mudança do ritmo intestinal, a colonoscopia poderá ser indicada.

 

Não tenha medo: prepare-se com confiança

Sabemos que o preparo para a colonoscopia gera dúvidas e receios, mas é importante entender esse momento como um gesto de autocuidado. Com disciplina e orientação, o processo se torna muito mais fácil do que parece.

“O maior erro que um paciente pode cometer é adiar o exame por medo do preparo. Hoje temos alternativas menos agressivas, eficazes e com resultados excelentes. O mais importante é não deixar para depois”, reforça Dra. Lucia.

 

Melhores Práticas para uma Ótima Colonoscopia

Dra. Lucia de Oliveira – Proctologista Ipanema, especialista em Manometria Anorretal

Agende sua colonoscopia e cuide da sua saúde intestinal

Se você tem indicação para realizar uma colonoscopia ou deseja fazer o exame preventivo, procure um coloproctologista de confiança. Aqui na [Proctologia Clínica], oferecemos todo o suporte necessário para que você tenha segurança e tranquilidade em cada etapa do processo.

👉 Não adie esse cuidado. Agende agora sua avaliação com a Dra. Lucia  Oliveira e proteja-se contra o câncer colorretal.

Dra. Lucia Oliveira é Eleita Presidente da SBCP para 2030-2031

Dra. Lucia Oliveira é Eleita Presidente da SBCP para 2030-2031

É com grande orgulho que compartilhamos uma conquista histórica para a Coloproctologia nacional: a Dra. Lucia Câmara de Castro Oliveira foi eleita presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) para o biênio 2030-2031.

Sua eleição representa não apenas o reconhecimento de uma carreira sólida e dedicada à especialidade, mas também a valorização de uma trajetória marcada pelo comprometimento com o ensino, a ciência e o fortalecimento institucional da SBCP.

Uma trajetória de dedicação à Coloproctologia

Com atuação destacada no Rio de Janeiro, a Dra. Lucia Oliveira sempre esteve envolvida com as ações da sociedade, ministrando aulas para residentes, contribuindo com cursos de educação continuada e participando ativamente da formação de novos especialistas. Sua presença constante em congressos, simpósios e eventos científicos a tornou uma figura de referência dentro da comunidade coloproctológica brasileira.

Foram muitos anos me dedicando à especialidade e à própria sociedade. Participar das ações da SBCP sempre foi algo natural para mim, e ser eleita presidente é uma honra indescritível.”, declarou a Dra. Lucia após o anúncio oficial da eleição.

Um novo ciclo para a Sociedade Brasileira de Coloproctologia

A eleição da Dra. Lucia simboliza um novo momento para a SBCP, que se prepara para os desafios da próxima década com uma liderança comprometida com a ciência, a inclusão e a representatividade da especialidade em todas as regiões do Brasil.

Em suas palavras:
Fico muito feliz de poder encerrar minha carreira daqui a alguns anos com essa missão tão importante. Agradeço a todos os colegas que confiaram em mim para conduzir nossa sociedade com ética, diálogo e responsabilidade.

Expectativa para o Congresso Brasileiro de Coloproctologia 2031

Um dos momentos mais esperados da gestão será a realização do Congresso Brasileiro de Coloproctologia 2031, que já nasce com grandes expectativas. Sob a liderança da Dra. Lucia, a comunidade científica espera por um evento inovador, plural e inspirador — à altura da importância que a Coloproctologia vem conquistando no cenário da saúde.

 

Parabenizamos a Dra. Lucia Oliveira pela merecida eleição e desejamos uma gestão transformadora, pautada na valorização da especialidade, no avanço científico e no fortalecimento da SBCP para os próximos anos.

proctologiaclinica.com.br – Cuidando da sua saúde intestinal com excelência.

 

Dieta para Prevenir o Câncer Colorretal: Alimentos que Protegem

Dieta para a Prevenção do Câncer Colorretal: O que você come pode mudar o seu futuro

“O câncer colorretal pode ser prevenido. Sabemos que uma alimentação rica em fibras e pobre em carnes vermelhas, gorduras e alimentos industrializados ajuda na prevenção do câncer.”
Dra. Lucia de Oliveira, MD, PhD — Coloproctologista, Doutora pela USP e Fellow da Cleveland Clinic Florida

Dra. Lucia de Oliveira – Coloproctologista

Dra. Lucia de Oliveira – Coloproctologista

Entendendo as preocupações de quem busca prevenir o câncer colorretal

Todos os anos, milhares de pessoas recebem o diagnóstico de câncer colorretal, que afeta o intestino grosso (cólon e  reto). Apesar de ser um dos tipos mais comuns no Brasil e no mundo, ele também é um dos mais preveníveis, quando detectado precocemente e, especialmente, quando associado a hábitos alimentares saudáveis.

Entre as principais angústias dos pacientes e familiares, podemos destacar:

  • O medo silencioso do diagnóstico: muitos não apresentam sintomas até fases avançadas;
  • A dúvida sobre como prevenir a doença de forma prática;
  • O sentimento de impotência diante de histórico familiar;
  • A desinformação sobre a importância da dieta como fator de proteção.

Mas a boa notícia é que a alimentação adequada pode ajudar na  prevenção. O que você coloca no prato todos os dias pode reduzir — e muito — as chances de desenvolver o câncer colorretal.

A alimentação como escudo protetor do intestino

Diversos estudos científicos confirmam que uma dieta rica em fibras, antioxidantes, vitaminas, gorduras boas e probióticos pode proteger o intestino contra lesões celulares, inflamações e mutações que levam ao câncer.

Segundo a Dra. Lucia de Oliveira,

“As fibras auxiliam as bactérias intestinais — ou microbioma — a processar os radicais livres tóxicos e, assim, diminuem a inflamação da mucosa e o dano celular.”

A seguir, você verá quais são as estratégias alimentares mais eficazes para proteger o intestino e manter o equilíbrio da microbiota intestinal.

Soluções práticas e eficazes na dieta para prevenção do câncer colorretal

1. Aumentar o consumo de fibras solúveis e insolúveis

As fibras são um dos principais aliados na prevenção do câncer intestinal. Elas:

  • Facilitam o trânsito intestinal;
  • Diminuem o tempo de contato de toxinas com a parede do cólon;
  • Alimentam as bactérias benéficas (probióticas);
  • Ajudam a eliminar o excesso de gordura e resíduos tóxicos.

Fontes ideais:

  • Frutas com casca (maçã, pera);
  • Legumes (cenoura, beterraba);
  • Folhas verdes;
  • Sementes (chia, linhaça);
  • Aveia, quinoa, arroz integral.

Vantagens: melhora o funcionamento intestinal e reduz inflamações silenciosas.

2. Reduzir o consumo de carnes vermelhas e processadas

Carnes vermelhas em excesso, embutidos e defumados têm ligação direta com o aumento do risco de câncer colorretal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Evite ou reduza:

  • Salsicha, linguiça, presunto, bacon, mortadela;
  • Hambúrgueres industrializados;
  • Carnes com alto teor de gordura saturada.

Vantagens: menor exposição a nitritos, conservantes e gorduras inflamatórias.

 

3. Priorizar a dieta mediterrânea

A dieta mediterrânea é considerada um dos padrões alimentares mais eficazes na prevenção de doenças crônicas, inclusive o câncer de intestino.

Seus pilares incluem:

  • Alto consumo de frutas, verduras, legumes e azeite de oliva;
  • Presença de peixes ricos em ômega-3 (salmão, sardinha);
  • Uso moderado de oleaginosas e cereais integrais;
  • Baixo consumo de carnes vermelhas.

Vantagens: rica em antioxidantes e anti-inflamatórios naturais.

 

4. Incluir alimentos probióticos e prebióticos

O equilíbrio do microbioma intestinal é essencial. Quando em desequilíbrio, pode favorecer inflamações e alterações na barreira intestinal.

Probióticos (bactérias boas):

  • Iogurtes naturais;

Prebióticos (alimento das bactérias boas):

  • Alho, cebola, banana verde, aspargos, alcachofra.

Vantagens: melhora a imunidade intestinal e reforça a mucosa do cólon.

5. Beber mais água

A água ajuda a formar o bolo fecal e favorece a movimentação intestinal, evitando constipação crônica — que, por sua vez, aumenta o risco de doenças intestinais.

Vantagens: regula o intestino e favorece a ação das fibras.

6. Evitar alimentos ultraprocessados

Industrializados como refrigerantes, salgadinhos, biscoitos recheados, molhos prontos e comidas congeladas contêm conservantes, aditivos e corantes que impactam negativamente o intestino.

Vantagens de evitá-los: reduz o contato com substâncias cancerígenas e melhora a qualidade da alimentação.

Dicas práticas para aplicar no dia a dia

  1. Troque o pão branco pelo pão integral com sementes.
  2. Use azeite de oliva extravirgem no lugar da margarina.
  3. Inclua uma fruta com casca no café da manhã.
  4. Substitua carne vermelha por peixe 3x por semana.
  5. Consuma saladas cruas e legumes cozidos diariamente.
  6. Experimente o iogurte natural com aveia e chia.
  7. Reduza o sal e use ervas frescas para temperar.

Comer bem é um ato de prevenção — e de amor próprio

Mudar a alimentação é um processo. Comece aos poucos, respeite seus limites e envolva sua família nesse cuidado.

“Faça você também a sua prevenção e da sua família.”
— Dra. Lucia de Oliveira

Pequenas escolhas feitas hoje podem significar décadas a mais de saúde no futuro.

 

Fontes consultadas

  • Dra. Lucia de Oliveira – fala médica e diretrizes clínicas
  • Sociedade Brasileira de Coloproctologia – www.sbcp.org.br
  • Organização Mundial da Saúde – Relatórios de Classificação de Risco Alimentar
  • Harvard T.H. Chan School of Public Health – Nutrition Source
  • Livro “A Dieta Anticâncer” – David Servan-Schreiber
  • UpToDate – “Dietary factors in the prevention of colorectal cancer”

American Cancer Society – Guidelines on Nutrition and Physical Activity for Cancer Prevention

Só idosos têm incontinência fecal?

Desmistificando um tabu que afeta todas as idades

“A incontinência anal ou fecal é uma condição que pode acometer crianças, jovens e idosos. Este sintoma pode ser resultado de um distúrbio evacuatório em crianças, uma lesão causada por um parto vaginal em mulheres jovens, um processo de desnervação da musculatura associado ao envelhecimento ou doenças neurológicas no idoso. Então a resposta é: a incontinência não é exclusiva dos idosos.”
Dra. Lucia de Oliveira, MD, PhD – Coloproctologista, Doutora pela USP e Fellow na Cleveland Clinic Florida

Dra. Lucia de Oliveira – Coloproctologista

Dra. Lucia de Oliveira – Coloproctologista

As principais necessidades dos pacientes com incontinência fecal

A incontinência fecal é uma condição silenciosa, muitas vezes cercada por vergonha, medo e isolamento. Embora seja erroneamente associada apenas à terceira idade, pessoas de todas as faixas etárias podem sofrer com a perda involuntária de fezes ou gases, comprometendo gravemente sua qualidade de vida.

Os principais impactos relatados por pacientes:

  1. Constrangimento social — medo de sair de casa, frequentar eventos ou até mesmo trabalhar.
  2. Baixa autoestima — sensação de perda do controle sobre o próprio corpo.
  3. Comprometimento do bem-estar emocional — quadros de ansiedade e depressão.
  4. Negação e atraso no diagnóstico — muitos pacientes demoram anos para buscar ajuda médica.
  5. Dificuldades na vida íntima e conjugal — especialmente em mulheres que desenvolveram a condição após partos vaginais traumáticos. 

É fundamental compreender que a incontinência fecal não é uma sentença de vergonha. É uma condição médica tratável, que deve ser acolhida com sensibilidade e resolvida com estratégias clínicas individualizadas.

O que é, afinal, a incontinência fecal?

A incontinência fecal consiste na perda involuntária de fezes líquidas, sólidas ou gases,em individuos com mais de 4 anos. Acontece quando os músculos ou nervos que controlam o reto e o ânus estão enfraquecidos, lesionados ou mal coordenados.

Ela pode ser classificada como:

  • Passiva – o paciente não percebe o escape fecal.
  • De urgência – há consciência da evacuação, mas falta tempo para chegar ao banheiro.
  • Combinada – presença dos dois tipos acima. 

As causas variam conforme a idade, sexo e histórico clínico, sendo comum em:

  • Mulheres após parto vaginal;
  • Pacientes com lesões no assoalho pélvico;
  • Pessoas com doenças neurológicas (Parkinson, AVC, esclerose múltipla);
  • Idosos com desgaste muscular progressivo;
  • Crianças com distúrbios evacuatórios ou malformações congênitas. 

Opções de tratamento: soluções modernas e eficazes

O tratamento da incontinência fecal é personalizado, ou seja, varia conforme a causa, o grau de comprometimento e o perfil do paciente. A boa notícia é que hoje existem múltiplas abordagens eficazes.

1. Tratamento clínico e conservador

Recomendado para casos leves e funcionais.

Inclui:

  • Ajustes alimentares (fibras, probióticos);
  • Medicamentos antidiarreicos;
  • Fisioterapia pélvica especializada incluindo Biofeedback (exercícios de fisioterapia com sensores para reeducação muscular);

Vantagens: não invasivo, seguro, melhora a percepção corporal.

2. Reabilitação do assoalho pélvico

Fundamental principalmente para mulheres com lesões pós-parto ou homens após cirurgia de próstata.

Inclui:

  • Eletroestimulação anal;
  • Terapia comportamental;
  • Técnicas manuais fisioterapêuticas. 

Vantagens: restaura o controle, fortalece músculos, melhora o desempenho esfincteriano.

3. Neuromodulação sacral

Tratamento moderno e altamente eficaz.

“A neuromodulação sacral, que envolve a implantação de um eletrodo e um neuroestimulador no terceiro nervo sacral, é um procedimento minimamente invasivo, bem estabelecido e reversível, sendo atualmente considerada o tratamento de primeira linha para incontinência fecal e bexiga hiperativa.”Dra. Lucia Oliveira

Indicações: incontinência refratária a tratamentos convencionais.

Vantagens: reversível, seguro, resultado rápido, melhora significativa da qualidade de vida.

 

4. Tratamentos cirúrgicos

Indicados para casos graves ou estruturais.

Podem envolver:

  • Esfincteroplastia (reconstrução do esfíncter);
  • Cirurgias reconstrutivas do reto e canal anal;
  • Técnicas com uso de células-tronco para regeneração tecidual. 

Vantagens: solução definitiva em casos de lesão anatômica grave.

 

Prevenção, diagnóstico e acolhimento

A maioria dos pacientes com incontinência fecal sofre em silêncio. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de reversão completa. A educação em saúde e a escuta acolhedora são fundamentais.

“Para tratar um paciente com esse impactante sintoma, busque o auxílio do especialista.”
Dra. Lucia de Oliveira, MD, PhD

Nunca é tarde para buscar ajuda. E nunca é cedo demais para evitar que essa condição evolua. Com o olhar correto e a conduta adequada, é possível reconquistar o controle e viver com dignidade.

 

Se você ou alguém próximo sofre com perda involuntária de fezes ou gases? Isso não é normal, e não precisa continuar assim.
Busque um coloproctologista experiente, que atue com conhecimento técnico, empatia e soluções atualizadas.

💬 Entre em contato agora mesmo com nossa equipe e agende sua avaliação com a Dra. Lucia Oliveira, especialista em saúde intestinal e disfunções do assoalho pélvico.

Fontes consultadas

  • Oliveira, L. – Entrevista à Anfaspress, 2025 
  • Sociedade Brasileira de Coloproctologia (www.sbcp.org.br) 
  • Cleveland Clinic Florida – Pelvic Floor Disorders Program 
  • NIH – National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases 
  • Livro: Coloproctologia – Fundamentos e Prática Clínica (Ed. Manole, 2022) 
  • UpToDate – “Fecal incontinence in adults: Management”

Dra. Lucia Oliveira é destaque internacional ao discutir os avanços atuais da proctologia

Participação no Congresso Mundial em Tânger e entrevista exclusiva à imprensa marroquina reforçam a liderança da especialista brasileira na medicina global

A coloproctologista Dra. Lucia Oliveira, referência no Brasil em saúde intestinal e disfunções do assoalho pélvico, segue ganhando projeção internacional. Após destaque no portal Sante21.ma, a médica foi entrevistada por outro importante veículo do Marrocos, o Anfaspress, onde falou sobre os principais avanços da proctologia moderna, em especial os que serão apresentados por ela no Congresso Mundial de Proctologia, a ser realizado em Tânger, nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2025.

Com sólida formação em cirurgia geral, especialização em cirurgia colorretal, doutorado pela Universidade de São Paulo e estágio internacional na Cleveland Clinic Florida, Dra. Lucia abordou temas de alto impacto clínico durante a entrevista, como:

Dra. Lucia Oliveira é destaque internacional ao discutir os avanços atuais da proctologia

Doenças mais comuns em proctologia

Segundo a especialista, as patologias mais frequentes são:

  • Câncer colorretal
  • Hemorroidas
  • Fissuras anais
  • Fístulas
  • Incontinência fecal
  • Constipação intestinal
  • Disfunções do assoalho pélvico

Essas doenças exigem diagnósticos precisos, sensibilidade clínica e tratamentos cada vez menos invasivos e mais personalizados.

Novidades terapêuticas em 2025

Dra. Lucia destacou que os últimos anos trouxeram inovações que transformaram o cuidado proctológico. Entre elas:

  • Cirurgia robótica
  • Terapia com neuromodulação sacral
  • Tratamento com telas para prolapso retal
  • Uso de células-tronco para fístulas e incontinência

Essas técnicas têm contribuído significativamente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, reduzindo o tempo de recuperação e ampliando o sucesso clínico.

O que é a neuromodulação sacral?

Uma das técnicas mais promissoras citadas por Dra. Lucia é a neuromodulação sacral, procedimento minimamente invasivo que envolve a implantação de um eletrodo e um neuroestimulador no nervo sacral.

“É uma abordagem segura, reversível e hoje é considerada o tratamento de primeira linha para casos de incontinência fecal e bexiga hiperativa”, explica a médica.

Contribuição no Congresso Mundial de Proctologia

Dra. Lucia Oliveira será palestrante em diversas sessões científicas em Tânger, incluindo:

  • Painel sobre prolapso retal
  • Painel sobre neuralgia do nervo pudendo
  • Simpósio satélite sobre ultrassom endoanal e neuromodulação sacral

Essa participação reforça a liderança da médica brasileira em temas de alta complexidade e seu compromisso com a educação médica internacional.

“A proctologia não é mais um tabu. É uma especialidade moderna, humana e essencial para a qualidade de vida das pessoas”, concluiu Dra. Lucia.

📌 Saiba mais sobre sua trajetória e abordagens inovadoras nos outros artigos do blog.

 

📎 Leia a matéria original na íntegra (www.sante21.ma):
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📎 Leia a matéria original na íntegra (www.anfaspress.com):
👉 Clique aqui para acessar

 

🔗 Veja também no blog:

 

Por Que Devo Operar Meu Intestino com um Cirurgião Colorretal?

Descubra os Motivos Vitais para Escolher o Especialista Certo

Cuidar da saúde intestinal é uma das atitudes mais importantes para garantir sua  qualidade de vida. Quando surgem sintomas persistentes como dor abdominal, sangramento nas fezes, constipação crônica ou alterações no hábito intestinal, a escolha do profissional certo pode ser determinante para o sucesso do tratamento. E é aí que entra a figura essencial do cirurgião colorretal.

Neste artigo completo, vamos esclarecer por que o cirurgião colorretal (coloproctologista) é o profissional mais capacitado para realizar cirurgias e procedimentos relacionados ao intestino grosso (cólon), reto e ânus. Com base nas necessidades dos pacientes, apresentaremos as soluções ideais e finalizaremos com um convite à ação para cuidar da sua saúde de forma segura e eficaz.

 

Principais Necessidades dos Pacientes com Doenças Intestinais

Muitos pacientes chegam ao consultório com queixas comuns, mas que, se não tratadas corretamente, podem evoluir para quadros graves. As principais necessidades observadas são:

  1. Diagnóstico preciso: muitas doenças intestinais compartilham sintomas semelhantes.

  2. Tratamento eficaz e menos invasivo: preferência por técnicas modernas e com recuperação mais rápida.

  3. Cirurgias com menor risco de complicações: especialmente em casos como câncer colorretal.

  4. Acompanhamento especializado: pré e pós-operatório exigem atenção constante.

  5. Prevenção de recorrência: evitar que a doença retorne após o tratamento.

Essas necessidades apontam para a importância de se tratar com um profissional altamente capacitado e especializado em todo o trato colorretal.

 

O Que Faz um Cirurgião Colorretal?

O cirurgião colorretal é um médico que, após concluir a residência em cirurgia geral, realiza uma especialização focada em doenças do intestino grosso, reto e ânus. De acordo com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (@sbcp_canal_medico), este especialista é o mais indicado para tratar:

  • Câncer colorretal

  • Doença diverticular

  • Hemorroidas

  • Fissuras e fístulas anais

  • Colites e doenças inflamatórias intestinais

  • Prolapso retal

  • Doenças do assoalho pélvico

  • Constipação crônica e incontinência fecal

“Todas as patologias que acometem esse importante órgão, devem ser manejadas pelo especialista ou cirurgião colorretal.” — Dra. Lucia de Oliveira, MD, PhD

 

Por Que Operar com um Cirurgião Colorretal?

1. Especialização Profunda

Ao contrário de outros cirurgiões, o coloproctologista possui treinamento intensivo voltado exclusivamente para doenças intestinais. Isso garante:

  • Maior precisão no diagnóstico.

  • Escolha da técnica mais adequada.

  • Redução de complicações.

Vantagem: o paciente é atendido por quem realmente entende da região e domina as técnicas mais modernas, como a cirurgia laparoscópica e robótica.

 

2. Melhores Resultados em Casos de Câncer

Estudos indicam que cirurgiões colorretais apresentam melhor desempenho no tratamento de câncer colorretal. Isso se reflete em:

  • Menor índice de recidiva.

  • Maior sobrevida dos pacientes.

  • Técnicas que preservam mais qualidade de vida.

Vantagem: maior segurança e chance de cura.

 

3. Tecnologia de Ponta

Cirurgiões colorretais utilizam ferramentas de última geração como:

  • Colonoscopia de alta definição.

  • Cirurgia laparoscópica ou  robótica.

  • Tratamentos minimamente invasivos.

Vantagem: menos dor, menor tempo de internação e retorno mais rápido às atividades diárias.

 

4. Visão Integral da Saúde Intestinal

Esse especialista não trata apenas o sintoma. Ele busca:

  • Prevenir complicações.

  • Investigar outras condições associadas.

  • Promover hábitos de vida saudáveis.

Vantagem: tratamento completo e personalizado.

 

5. Atuação Reconhecida Nacionalmente

A Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) promove a constante atualização dos profissionais, garantindo excelência técnica e científica no país inteiro.

 

Quando Devo Procurar um Cirurgião Colorretal?

Você deve buscar avaliação especializada se apresentar sintomas como:

  1. Sangue nas fezes

  2. Dor ou desconforto ao evacuar

  3. Prisão de ventre frequente

  4. Sensação de evacuação incompleta

  5. Perda de peso inexplicável

  6. Muco nas fezes

  7. Histórico familiar de câncer colorretal

A prevenção é sempre a melhor escolha. Muitas doenças podem ser tratadas antes de evoluírem para quadros graves.

 

Quais Soluções um Cirurgião Colorretal Pode Oferecer?

O tratamento depende da doença e da gravidade, mas entre as soluções estão:

1. Cirurgias Minimamente Invasivas

  • Laparoscopia ou robótica

  • Menor dor e recuperação mais rápida

2. Colonoscopia Diagnóstica e Terapêutica

  • Identifica pólipos, inflamações ou tumores

  • Pode remover lesões durante o exame

3. Tratamento de Hemorroidas com Técnicas Avançadas

  • Procedimentos ambulatoriais

  • Menos sangramento e desconforto

4. Cirurgias Complexas com Equipes Multidisciplinares

  • Para câncer ou doenças inflamatórias

  • Planejamento personalizado

Como a Escolha Certa Pode Salvar Vidas

“Prevenção salva vidas.” — Dra. Lucia de Oliveira

Escolher um cirurgião colorretal pode significar:

  • Diagnóstico precoce do câncer de intestino.

  • Evitar cirurgias de urgência.

  • Tratar adequadamente doenças que causam impacto na qualidade de vida.

Não adie o cuidado com a sua saúde intestinal. A especialização faz toda a diferença.

 

Cuide da Sua Saúde com Quem É Especialista

Se você apresenta algum dos sintomas mencionados ou possui histórico familiar de doenças intestinais, não espere. Agende uma consulta com um cirurgião colorretal.

Lembre-se: o cuidado precoce com o intestino pode evitar cirurgias maiores, melhorar sua qualidade de vida e até salvar sua vida.

 

Referências Bibliográficas

  • Sociedade Brasileira de Coloproctologia – https://www.sbcp.org.br

  • Instituto Nacional de Câncer (INCA) – https://www.inca.gov.br

  • Sociedade Americana de Cirurgiões Colorretais – https://fascrs.org

  • Manual de Coloproctologia – Guilherme Saad (Editora Atheneu)

  • Dra. Lucia de Oliveira – Coloproctologista, Doutora pela USP e Fellow da Cleveland Clinic Florida

Coloproctologista brasileira será homenageada no maior congresso mundial da especialidade

Dra. Lucia Camara Castro de Oliveira receberá o título de Honorary Fellow no ASCRS 2025, reconhecimento máximo da coloproctologia mundial

Mais uma conquista histórica para a medicina brasileira está prestes a acontecer: a Dra. Lucia Camara Castro de Oliveira, coloproctologista de referência internacional, será homenageada com o título de Honorary Fellow pela American Society of Colon and Rectal Surgeons (ASCRS), durante o ASCRS Annual Scientific Meeting 2025, que ocorrerá entre os dias 10 e 13 de maio, em San Diego (EUA).

Esse título é concedido anualmente a, no máximo, seis profissionais de fora dos Estados Unidos que tenham se destacado por contribuições relevantes à coloproctologia global. A nomeação da Dra. Lucia é resultado de uma carreira marcada por:

  • Publicações científicas em periódicos internacionais

  • Avanços clínicos e tecnológicos na cirurgia colorretal

  • Iniciativas de educação médica continuada

  • Desenvolvimento de técnicas inovadoras, como a neuromodulação

Trata-se de uma conquista que honra não apenas a trajetória da médica, mas também valoriza a coloproctologia brasileira, reconhecida por sua competência técnica, inovação e compromisso com o paciente.

Representando o Brasil no ASCRS 2025

Além da homenagem, a Dra. Lucia de Oliveira também participará da programação científica do evento, apresentando um estudo sobre neuromodulação periférica como tratamento para a incontinência fecal — uma alternativa menos invasiva e altamente promissora para distúrbios do assoalho pélvico.

A pesquisa será exibida entre os mais relevantes trabalhos científicos da edição, contribuindo para a disseminação de conhecimento de ponta entre especialistas do mundo todo.

Sobre o ASCRS

Organizado pela American Society of Colon and Rectal Surgeons, o ASCRS é o maior congresso internacional da área. A edição de 2025 acontecerá no San Diego Convention Center e contará com palestras, painéis, cursos e apresentações científicas em formato híbrido (presencial e online).

Sobre a Dra. Lucia de Oliveira

  • Doutora pela Universidade de São Paulo (USP)

  • Fellow da Cleveland Clinic Florida

  • Diretora da Clínica Dra. Lucia de Oliveira e do CEPEMED (RJ)

  • Referência em fisiologia anorretal, cirurgia do assoalho pélvico e neuromodulação

  • Autora de livros e artigos científicos na área

  • Educadora comprometida com a formação de novos especialistas

 

Tenho Incontinência Fecal. Quais as opções de tratamento?

A incontinência fecal, também conhecida como incontinência anal, é uma condição que compromete profundamente a qualidade de vida de quem sofre com ela. A perda involuntária de fezes ou gases não é apenas um problema físico — ela impacta diretamente o emocional, o convívio social e a autoestima do paciente. Se você chegou até aqui buscando respostas, saiba: há tratamentos eficazes e é possível recuperar o controle sobre seu corpo.

Neste artigo, você vai entender as principais causas, as opções de tratamento disponíveis, os exames necessários para o diagnóstico preciso e as vantagens de cada abordagem terapêutica. Vamos juntos percorrer esse caminho de informação e esperança.

 

1. As Principais Necessidades de Quem Sofre com Incontinência Fecal

Antes de falarmos sobre as soluções, é essencial entender as dores reais dos pacientes:

  • Vergonha e constrangimento em situações sociais;

  • Medo constante de acidentes fora de casa;

  • Isolamento social, evitando compromissos e viagens;

  • Dificuldade em relações afetivas e sexuais;

  • Sensação de impotência e perda da autoestima.

Essas dores são legítimas e merecem atenção especializada. É comum que pacientes demorem anos para buscar ajuda por medo ou vergonha, mas quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o resultado do tratamento.

2. Compreendendo a Causa: Por Que Isso Está Acontecendo Comigo?

A incontinência fecal pode ter diversas origens. Entre as principais causas, destacam-se:

  1. Lesão do esfíncter anal (por parto vaginal, cirurgias anorretais ou traumas);

  2. Enfraquecimento do assoalho pélvico (associado à idade ou múltiplos partos);

  3. Doenças neurológicas (como diabetes, AVC ou esclerose múltipla);

  4. Cirurgias pélvicas;

  5. Diarreias crônicas ou constipação severa.

Por isso, é essencial realizar uma avaliação clínica completa e exames específicos antes de qualquer decisão terapêutica.

 

3. Os Exames Indispensáveis para o Diagnóstico Preciso

O tratamento eficaz começa com o diagnóstico correto. Dois exames são fundamentais:

  • Manometria anorretal: avalia a função dos músculos e a sensibilidade do reto e ânus.

  • Ultrassonografia do canal anal: permite identificar rupturas, lesões e alterações anatômicas dos esfíncteres.

Esses exames são indolores, rápidos e fornecem informações valiosas para o plano terapêutico.

 

4. Opções de Tratamento para a Incontinência Fecal

Agora que já sabemos o que está por trás da condição, vamos às opções de tratamento, que devem ser personalizadas conforme a causa e gravidade:

1. Tratamento Clínico e Dietético

Indicado para: casos leves, associados a fezes líquidas ou constipação.

Inclui:

  • Reeducação alimentar (aumento de fibras e ingestão de água);

  • Controle da consistência das fezes;

  • Tratamento de diarreias ou prisão de ventre com medicação adequada.

Vantagens:

  • Acessível;

  • Pode apresentar melhora rápida dos sintomas;

  • Poucos efeitos colaterais.

 

2. Fisioterapia Pélvica Especializada

Indicado para: pacientes com fraqueza dos músculos do assoalho pélvico.

Inclui:

  • Exercícios de fortalecimento muscular;

  • Biofeedback;

  • Estimulação elétrica funcional;

  • Treinamento sensorial anorretal.
  • Estimulacao do nervo tibial

Vantagens:

  • Melhora significativa do controle esfincteriano;

  • Evita cirurgia em muitos casos;

  • Método não invasivo e progressivo.

 

3. Tratamento com Medicamentos

Indicado para: controle de diarreias crônicas e aumento da consistência das fezes.

Inclui:

  • Antidiarreicos;

  • Suplementos de fibras;

  • Probióticos.

Vantagens:

  • Ação direta sobre os sintomas;

  • Pode ser combinado com outras abordagens.

4. Cirurgias Reconstrutivas

Indicado para: pacientes com lesões musculares detectadas nos exames ou que não melhoraram com o tratamento conservador.

Técnicas:

    • Esfincteroplastia: reconstrução dos músculos lesionados;

    • Neuromodulação sacral: implante de um dispositivo que atua restaurando o controle intestinal e urinário através da estimulação das raízes sacras, promovendo aferência cortical e neuroplasticidade.
  • Tratamento dos prolapsos retais

Vantagens:

  • Alta taxa de sucesso em casos bem indicados;

  • Melhora da qualidade de vida e recuperação de

 

5. Qual é o Melhor Tratamento Para Mim?

A resposta é simples: aquele que respeita o seu diagnóstico individual. Com base nos resultados da manometria, da ultrassonografia e da avaliação clínica, o coloproctologista poderá indicar a melhor sequência terapêutica para o seu caso.

E lembre-se: nem todo caso precisa de cirurgia. Com abordagem adequada, muitos pacientes recuperam o controle intestinal apenas com mudanças clínicas e fisioterapia.

 

6. Por Que Procurar um Coloproctologista Especializado?

Um erro comum é buscar soluções isoladas, sem uma avaliação completa. A incontinência fecal é uma condição multifatorial e precisa de um olhar especializado, humano e técnico.

A Dra. Lucia de Oliveira, Coloproctologista, Doutora pela USP e Fellow da Cleveland Clinic Florida, é referência no diagnóstico e tratamento de doenças do assoalho pélvico. Seu foco é oferecer um atendimento acolhedor e baseado em evidências científicas, promovendo a saúde com excelência.

 

7. O Que Fazer Agora? Nossa Chamada Para a Ação

Se você sofre com incontinência fecal, não se conforme. Há tratamentos eficazes e você não está sozinho nessa jornada. O primeiro passo é buscar ajuda especializada. Agende uma avaliação com a Dra. Lucia de Oliveira e descubra como recuperar sua autonomia e sua qualidade de vida.

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Participar é o primeiro passo para a solução. Estamos aqui para ajudar!

 

Fontes consultadas

  • ASCRS – American Society of Colon and Rectal Surgeons

  • Cleveland Clinic Foundation

  • Nelson R. “Clinical manifestations and evaluation of fecal incontinence.” UpToDate.

  • Livro: Coloproctologia – Fundamentos e Prática – Campos FGCM

  • Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP)

Diretrizes clínicas brasileiras e guidelines internacionais sobre o tratamento da incontinência fecal